Já foi canto de descanso e já perdeu o viço com obras indesejadas, visitando sem convite...
Pouco a pouco, reencaminho o arco-íris e dou a cada pedra um sentido.
De volta peço o descanso de alma que já me deu aquele pedaço de terra, a magia do toque na energia que une o universo, a paz, a tranquilidade, o fôlego que o ritmo lá fora me rouba.